Drª Sonia Time

O elo entre o rigor científico, a excelência técnica e a sua história.

Coloproctologista
Cirurgiã Geral

CRM 18421
RQE 12884
RQE 10920


Com sólida formação cirúrgica, a Dra. Sonia Time pratica uma medicina de excelência, individualizada, pautada pelo respeito e comprometimento ao paciente. 

Mais de 25 anos de atuação, mantém-se constantemente atualizada sobre avanços tecnológicos na área da coloproctologia, oferecendo aos pacientes o que há de mais moderno e eficaz.


  • Médica graduada pela PUC-PR e pós graduada em Coloproctologia pela USP-RP com atuação há mais de 20 anos na área
  • Especialista em doenças dos intestinos, reto e ânus. Ênfase em tratamentos cirúrgicos minimamente invasivos
  • Realiza cirurgias no Hospital e Clínica Los Angeles, Hospital Santa Cruz – Rede D’or, Hospital Vita Batel e Hospital Pilar- Day Hospital
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Coloproctologia
  • Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina
  • Médica Perita Federal concursada desde 2012
  • Certificação em Cirurgia Robótica pelo Instituto Falke
  • Preceptora de pesquisa, ensino, treinamento e mentorias em Laser Cirurgia da Academia do Laser
  • Membro da Câmara Técnica em Cirurgia Robótica e Cirurgia a Laser do CRM-PR
  • Aluna na Pós-graduação da USP- RP - Programa de Doutorado em Clínica Cirúrgica.

NOSSA MISSÃO

"Entendo a excelência na Coloproctologia como um transitar delicado entre rigor científico, precisão cirúrgica, inovação e a história única de cada paciente, em uma jornada conjunta de apoio, informação, prevenção e cura."

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TRATAMENTOS MAIS BUSCADOS

Conhecida como técnica sem cortes, a desarterialização hemorroidária transanal (THD) é uma técnica moderna e minimamente invasiva utilizada no tratamento das hemorroidas internas.

Por meio de um dispositivo equipado com Doppler, o cirurgião identifica com precisão as artérias responsáveis pela irrigação dos mamilos hemorroidários, permitindo sua ligadura de forma direcionada. Esse método reduz o fluxo sanguíneo para a região, desonerando o trabalho das veias hemorroidárias, que já estão dilatadas e menos eficazes, promovendo atrofia do tecido doente, com pouca agressão aos tecidos ao redor.

Além da ligadura arterial, a técnica pode incluir a mucopexia, uma espécie de “lifting” que consiste na suspensão do tecido prolapsado. Esse passo é especialmente útil nos casos em que as hemorroidas se exteriorizam, ajudando a restaurar a anatomia normal do canal anal. A combinação dessas duas etapas torna o THD uma alternativa atraente para pacientes que buscam um tratamento com menos dor pós-operatória e recuperação mais rápida em comparação às cirurgias tradicionais.

O procedimento é realizado geralmente em regime de hospital-dia, com anestesia adequada e alta no mesmo dia. A recuperação costuma ser bem tolerada, permitindo retorno precoce às atividades habituais. A taxa de complicações é baixa, e os resultados clínicos são consistentes, especialmente nos graus II e III de doença hemorroidária.

Por ser uma técnica que preserva os tecidos e evita incisões, o THD se destaca como uma opção segura e eficaz dentro do arsenal terapêutico da coloproctologia moderna. Importante salientar que a eleição do método deve sempre ser individualizada, considerando o grau da doença, sintomas predominantes, anatomia cirúrgica e expectativas do paciente — pontos que são avaliados cuidadosamente durante a consulta especializada. 

A ligadura elástica é uma das técnicas mais consagradas e eficazes no tratamento das hemorroidas internas, especialmente nos graus I, II. Trata-se de um procedimento minimamente invasivo, realizado em regime ambulatorial, no qual pequenos anéis de borracha são posicionados na base dos mamilos hemorroidários. Esses anéis interrompem o fluxo sanguíneo local, levando à retração e posterior queda do tecido hemorroidário de forma natural, após ser provocado um processo inflamatório local.

O método é rápido, seguro e geralmente bem tolerado, dispensando incisões ou cortes. A aplicação dos anéis provoca um leve desconforto ou sensação de peso na região, que costuma desaparecer em alguns dias. Como não há feridas abertas, o risco de complicações é baixo e o retorno às atividades habituais é rápido,tornando a ligadura elástica uma opção muito atraente para pacientes pontuais e que necessitam soluções práticas e com boa relação custo-benefício.

A técnica pode ser repetida em sessões subsequentes, caso existam mais mamilos a serem tratados ou se houver necessidade de reforço terapêutico.

A ligadura elástica tem indicações pontuais e a avaliação com o coloproctologista é fundamental para definir se essa é a melhor estratégia terapêutica em cada caso. 

A esfincterotomia lateral interna é uma das técnicas cirúrgicas mais eficazes no tratamento da fissura anal crônica, especialmente quando há hipertonia do esfíncter anal interno — um dos principais fatores que perpetuam a dor e dificultam a cicatrização. O procedimento consiste na secção controlada de uma pequena porção das fibras do esfíncter interno, reduzindo a pressão anal de repouso e melhorando o fluxo sanguíneo local, o que favorece a cicatrização da fissura.

A técnica pode ser realizada de forma aberta ou fechada, de acordo com a preferência do cirurgião e as características anatômicas do paciente. Quando bem indicada, proporciona alívio rápido da dor e altas taxas de resolução definitiva. Em muitos casos, a esfincterotomia é associada à fissurectomia, especialmente quando há alterações crônicas como plicoma sentinela, papila hipertrófica ou bordas endurecidas, garantindo um tratamento mais completo e eficaz.

O procedimento é geralmente realizado em regime ambulatorial, com anestesia adequada e alta no mesmo dia. A recuperação costuma ser tranquila, com melhora significativa da dor já nas primeiras 24 a 48 horas. Cuidados pós-operatórios — como higiene local, dieta rica em fibras, hidratação e uso de medicações orientadas — são fundamentais para otimizar a cicatrização e reduzir o risco de complicações.

Embora seja considerada pela literatura médica a técnica mais eficaz para o tratamento da fissura anal crônica, a esfincterotomia lateral interna não é utilizada como primeira escolha. Seu papel é especialmente relevante nos casos refratários, já que envolve um risco, ainda que baixo, de incontinência fecal .Por isso, a avaliação com o coloproctologista é essencial para determinar se essa é a melhor abordagem para cada caso, esclarecer dúvidas e orientar o paciente sobre expectativas, cuidados e alternativas terapêuticas. 

O emprego de células mesenquimais na coloproctologia representa uma das frentes mais promissoras da medicina regenerativa aplicada às doenças anorretais. Essas células, obtidas do tecido adiposo do próprio paciente, têm a capacidade de modular a inflamação, estimular a regeneração tecidual e favorecer a cicatrização em áreas de difícil reparo. Por isso, seu uso tem ganhado destaque em condições crônicas e complexas, nas quais os tratamentos convencionais apresentam resposta limitada.

Na prática coloproctológica, as células mesenquimais têm sido estudadas e aplicadas em situações como fissura anal crônica refratária, doença de Crohn perianal, fístulas complexas, cisto pilonidal e cicatrizes perineais abertas, como deiscências pós operatórias. A técnica envolve a coleta e o preparo das células, seguidos de sua aplicação direta na área afetada. O objetivo é criar um ambiente biológico mais favorável à cicatrização, reduzindo a inflamação local e estimulando a regeneração dos tecidos, com potencial para melhorar sintomas e acelerar o processo de reparo.

O procedimento é minimamente invasivo. A coleta é realizada em regiões de acúmulo de gordura — como abdômen, flancos ou glúteos — em pequena quantidade, e pode ser feita em regime de hospital dia, dependendo da indicação e da complexidade do caso. A recuperação costuma ser bem tolerada, e os efeitos adversos são raros, já que se trata de um material autólogo, ou seja, proveniente do próprio paciente. Em muitos casos, as células mesenquimais são utilizadas como terapia complementar, associadas a técnicas cirúrgicas tradicionais ou a protocolos de fotobiomodulação, ampliando o potencial de resposta terapêutica.

Embora os resultados disponíveis na literatura sejam encorajadores, o uso de células mesenquimais ainda é considerado uma terapia avançada e deve ser indicado de forma criteriosa. A avaliação com o coloproctologista é fundamental para determinar se essa abordagem é adequada para cada caso, esclarecer expectativas e orientar sobre benefícios, limitações e alternativas terapêuticas. Trata se de uma área em constante evolução, que amplia as possibilidades de tratamento para pacientes com doenças anorretais complexas. 

O uso do fistuloscópio 360 na coloproctologia representa um avanço importante no tratamento minimamente invasivo das fístulas perianais. Trata se de um dispositivo endoscópico fino, equipado com câmera de alta definição e iluminação direcionada, que permite a visualização direta de todo o trajeto fistuloso — incluindo ramificações, cavidades e pontos de comunicação com o canal anal. Essa visão interna detalhada possibilita um tratamento mais preciso, preservando ao máximo os tecidos saudáveis e reduzindo o risco de lesão dos esfíncteres.

A técnica consiste na introdução do fistuloscópio pelo orifício externo da fístula, permitindo ao cirurgião mapear completamente o trajeto. Em seguida, instrumentos específicos são utilizados para a limpeza interna, remoção de debris e destruição controlada do epitélio fistuloso. A energia — que pode ser laser, eletrocautério ou radiofrequência, dependendo da plataforma — é aplicada de forma direcionada, promovendo o colabamento do trajeto e favorecendo sua cicatrização. O fechamento do orifício interno pode ser realizado com suturas, cola biológica ou outras técnicas complementares.

O procedimento é minimamente invasivo, realizado em regime ambulatorial e com recuperação geralmente rápida. Como não há cortes nos músculos do esfíncter anal, o risco de incontinência fecal é significativamente menor quando comparado às técnicas tradicionais. A dor pós operatória tende a ser mais leve, e o retorno às atividades habituais costuma ocorrer em poucos dias. Em casos selecionados, o fistuloscópio 360 pode ser associado a outras abordagens, como laser de diodo ou terapia celular, compondo estratégias híbridas que aumentam a taxa de sucesso.

Embora os resultados sejam promissores e a técnica ofereça vantagens importantes, sua indicação deve ser individualizada. Fatores como tipo de fístula, presença de abscessos, doença inflamatória intestinal e histórico cirúrgico influenciam diretamente na escolha do método. A avaliação com o coloproctologista é fundamental para determinar se o uso do fistuloscópio 360 é a melhor opção, esclarecer expectativas e orientar sobre benefícios, limitações e alternativas terapêuticas. 

As técnicas a laser para o tratamento do cisto pilonidal representam uma alternativa moderna e minimamente invasiva às abordagens cirúrgicas tradicionais. Utilizando fibras finas conectadas a plataformas de laser — geralmente laser de diodo — é possível aplicar energia térmica diretamente no trajeto do cisto e de seus túneis, promovendo a destruição controlada do epitélio e o colabamento progressivo das cavidades. Essa abordagem preserva ao máximo os tecidos saudáveis e reduz a necessidade de grandes incisões, o que se traduz em menor dor e recuperação mais rápida.

O procedimento começa com a identificação do trajeto, seja sob visão direta ou uso de estiletes, seguida de limpeza e curetagem delicada dos trajetos e da introdução da fibra laser, que emite energia de forma uniforme ao longo de todo o trajeto fistuloso. A energia térmica promove a obliteração do cisto e de seus prolongamentos, reduzindo o risco de recorrência. Em muitos casos, o laser pode ser associado a outras técnicas, como remoção de pelos, epilação a laser, tratamento de cavidades residuais ou aplicação de células mesenquimais, compondo estratégias híbridas que ampliam a taxa de sucesso.

A cirurgia a laser para cisto pilonidal é realizada em regime ambulatorial, com anestesia adequada e alta no mesmo dia. Como não há feridas extensas, o retorno às atividades habituais costuma ser precoce, e a dor pós-operatória é muito menor quando comparada às técnicas abertas tradicionais. A cicatrização tende a ser mais rápida e esteticamente mais favorável, já que o procedimento preserva a integridade da pele e evita grandes áreas cruentas.

Apesar das vantagens, a indicação do laser deve ser individualizada. Fatores como presença de abscessos, número de trajetos, histórico de cirurgias prévias e características anatômicas influenciam diretamente na escolha da técnica. A avaliação com o coloproctologista é essencial para determinar se o laser é a melhor opção para cada caso, esclarecer expectativas e orientar sobre benefícios, limitações, recidivas, e alternativas terapêuticas. 

As técnicas a laser para o tratamento da doença hemorroidária representam uma evolução importante dentro das opções minimamente invasivas disponíveis na coloproctologia. Utilizando energia luminosa de alta precisão, capaz de produzir mínima lesão aos tecidos não alvo, o laser pode ser aplicado por meio de fibras para ablação, bisturis de corte ou scanners que modulam a entrega de energia conforme o objetivo terapêutico. A técnica cirúrgica e a plataforma escolhida podem variar, sendo os lasers de diodo e de CO₂ os mais utilizados na prática coloproctológica.

A atuação do laser ocorre diretamente sobre os vasos hemorroidários, promovendo sua contração e redução de volume com mínima agressão aos tecidos adjacentes. Esse controle mais delicado da energia aplicada contribui para menor dor pós-operatória e recuperação mais rápida. O procedimento pode ser indicado tanto para hemorroidas internas quanto para casos selecionados de prolapsos menores, dependendo da técnica adotada.

A energia do laser permite ablação ou coagulação eficaz dos vasos, reduzindo sangramentos e desconforto. Em alguns casos, pode ser associada a outras abordagens, como a mucopexia, para otimizar o resultado anatômico e funcional — combinação conhecida como técnica híbrida. Essa versatilidade torna o método uma alternativa atraente para pacientes que buscam intervenções menos traumáticas e com retorno precoce às atividades habituais.

A cirurgia a laser costuma ser realizada em regime ambulatorial, com anestesia adequada e alta no mesmo dia. A recuperação tende a ser bem tolerada, com menor necessidade de analgésicos. Apesar de ser uma técnica moderna, precisa e com perfil de segurança favorável, sua indicação deve ser individualizada, considerando o grau da doença, os sintomas predominantes e as expectativas do paciente. A consulta com o coloproctologista é fundamental para esclarecer dúvidas, comparar alternativas e definir o tratamento mais adequado para cada caso. 

A fissurectomia é uma das opções cirúrgicas utilizadas no tratamento da fissura anal crônica, especialmente quando há falha das terapias clínicas ou quando a lesão apresenta sinais de cronicidade, como hipertrofia das bordas, presença de plicoma sentinela, papila hipertrófica ou exposição de fibras do esfíncter interno. O procedimento consiste na remoção controlada do tecido fissurado e das alterações associadas, permitindo que a região cicatrize de forma adequada e restabeleça sua anatomia local.

A técnica pode ser realizada isoladamente ou associada a outras abordagens, como a esfincterotomia lateral interna, indicada quando há hipertonia significativa do esfíncter anal interno. Em casos selecionados, essa combinação reduz a dor, melhora o fluxo sanguíneo local e favorece a cicatrização. A escolha da ferramenta cirúrgica também influencia o resultado, e o uso do laser de CO₂ — especialmente no modo fracionado — oferece benefícios importantes, como maior precisão, menor agressão aos tecidos e melhora da qualidade da pele do anoderma, região onde se localizam as fissuras anais.

A fissurectomia é geralmente realizada em regime ambulatorial, com anestesia adequada e alta no mesmo dia. A recuperação costuma ser bem tolerada, embora seja esperado algum desconforto nos primeiros dias. Orientações pré e pós-operatórias — incluindo cuidados locais específicos, ajustes dietéticos, uso de adjuvantes como toxina botulínica e protocolos de fotobiomodulação — são fundamentais para otimizar a cicatrização e reduzir o risco de recorrência.

A avaliação com o coloproctologista é essencial para definir a melhor estratégia terapêutica e esclarecer todas as dúvidas antes da cirurgia. A indicação deve ser sempre individualizada, considerando características da fissura, sintomas predominantes e expectativas do paciente, garantindo assim um tratamento seguro, eficaz e alinhado às necessidades de cada caso. 

A toxina botulínica tem se consolidado como uma ferramenta terapêutica importante na coloproctologia, especialmente no manejo da fissura anal crônica, em condições associadas à hipertonia do esfíncter anal interno e manejo de dor pós-operatória. Seu mecanismo de ação baseia se no relaxamento temporário das fibras musculares, reduzindo a pressão anal de repouso e melhorando o fluxo sanguíneo local — fatores essenciais para promover a cicatrização da fissura e aliviar a dor.

O procedimento é minimamente invasivo, realizado em ambiente ambulatorial, por meio da aplicação de pequenas doses da toxina diretamente no esfíncter anal interno. A técnica é rápida, segura e bem tolerada, com início de ação progressivo ao longo de alguns dias. Em muitos casos, a toxina botulínica é utilizada como alternativa ao tratamento cirúrgico, especialmente em pacientes que apresentam maior risco de incontinência ou que desejam evitar procedimentos mais invasivos.

A toxina botulínica também pode ser empregada como adjuvante em tratamentos combinados, como fissurectomia ou protocolos de fotobiomodulação, potencializando a cicatrização e reduzindo a dor pós operatória. Sua ação temporária — geralmente entre 8 e 12 semanas — permite que o músculo retorne gradualmente ao seu tônus habitual, período suficiente para que a fissura cicatrize de forma adequada na maioria dos casos.

Por ser um método seguro, eficaz e com baixo risco de efeitos adversos, a toxina botulínica ocupa um papel importante no arsenal terapêutico da coloproctologia moderna. Ainda assim, sua indicação deve ser individualizada, considerando características da fissura, histórico clínico e expectativas do paciente. A avaliação com o coloproctologista é fundamental para definir se essa abordagem é a mais adequada e esclarecer todas as dúvidas antes de iniciar um tratamento. 

O tratamento cirúrgico das fístulas perianais com laser de diodo representa uma alternativa moderna e minimamente invasiva dentro do arsenal terapêutico da coloproctologia. A técnica utiliza uma fibra óptica fina, que é introduzida ao longo do trajeto fistuloso, emitindo energia laser de forma controlada. Essa energia promove a destruição térmica do epitélio da fístula e o colabamento progressivo do trajeto, preservando ao máximo os esfíncteres anais — um dos grandes diferenciais do método.

O procedimento é especialmente indicado para fístulas simples ou complexas em que se deseja minimizar o risco de incontinência fecal, já que não envolve cortes nos músculos do esfíncter. A energia do laser de diodo permite uma aplicação precisa, com menor agressão aos tecidos adjacentes e menor sangramento. Em muitos casos, o laser pode ser associado a outras técnicas, como curetagem do trajeto, fechamento interno do orifício primário, avanço mucoso, ou uso de células mesenquimais, compondo abordagens híbridas que aumentam a taxa de sucesso.

A cirurgia é realizada em regime ambulatorial, com anestesia adequada e alta no mesmo dia. A recuperação costuma ser rápida e bem tolerada, com menor dor pós-operatória quando comparada a técnicas tradicionais. Como não há feridas extensas, o retorno às atividades habituais tende a ser precoce. Ainda assim, o acompanhamento pós-operatório é fundamental para monitorar a cicatrização, orientar cuidados locais e identificar precocemente qualquer sinal de persistência ou recidiva do trajeto.

Embora o laser de diodo apresente resultados promissores e um perfil de segurança favorável, sua indicação deve ser individualizada. Fatores como tipo de fístula, presença de abscessos, doenças associadas e histórico cirúrgico influenciam diretamente na escolha da técnica. A avaliação com o coloproctologista é essencial para definir a melhor abordagem, esclarecer expectativas e orientar sobre benefícios, limitações e alternativas terapêuticas.


O uso de seton no tratamento das fístulas perianais é uma estratégia consagrada na coloproctologia, especialmente indicada para fístulas complexas, transesfincterianas ou associadas a abscessos recorrentes. O seton — um fio ou dreno flexível posicionado ao longo do trajeto fistuloso — tem como principal objetivo manter a drenagem contínua da secreção, evitando a formação de novos abscessos e reduzindo a inflamação local. Essa abordagem permite controlar a infecção sem comprometer os músculos do esfíncter anal.

Existem diferentes tipos de seton, cada um com finalidades específicas. O seton de drenagem é o mais utilizado e permanece frouxo, garantindo ventilação e escoamento adequados do trajeto enquanto a inflamação é controlada. Já o seton de corte, hoje menos empregado devido ao risco de incontinência, exerce tensão progressiva sobre o trajeto fistuloso, promovendo sua secção gradual. Em muitos casos, o seton funciona como etapa inicial de um tratamento mais amplo, preparando o trajeto para técnicas definitivas, como laser de diodo, fistuloscopia, retalhos de avanço ou aplicação de células mesenquimais.
O procedimento para colocação do seton é relativamente simples, realizado em ambiente cirúrgico com anestesia adequada. A recuperação costuma ser bem tolerada, e o paciente pode retornar às atividades habituais em pouco tempo. O seton permanece no local pelo período necessário para controlar a infecção e estabilizar o trajeto, o que pode variar conforme a complexidade da fístula. Durante esse período, o acompanhamento regular é fundamental para ajustar a tensão, avaliar a evolução e planejar a etapa seguinte do tratamento.

O uso de seton é considerado uma abordagem segura e eficaz para preservar a função esfincteriana em fístulas complexas. Ainda assim, sua indicação deve ser individualizada, levando em conta o tipo de fístula, a presença de ramificações, doenças associadas — como doença de Crohn — e o histórico cirúrgico do paciente. A avaliação com o coloproctologista é essencial para definir a melhor estratégia terapêutica, esclarecer expectativas e orientar sobre cuidados e alternativas disponíveis. 

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Sonia Time Coloproctologista em Curitiba


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