Tratamentos Oferecidos
A fístula perianal é um trajeto, tipo um canal anormal que se forma no interior do ânus ou reto, saindo na pele do períneo. Geralmente surge após um abscesso anal que não cicatrizou completamente, criando uma comunicação persistente.
É uma condição que pode causar desconforto contínuo, dor, abaulamento e saída de secreção contínua ou intermitente, exige avaliação médica especializada. Esta é a condição mais desafiadora da Coloproctologia devido à sua vasta gama de apresentações e graus de complexidade.
• Saída de secreção purulenta ou sanguinolenta próxima ao ânus
• Dor ou desconforto local, especialmente ao sentar ou evacuar
• Presença de nódulo ou orifício na pele perianal
• Episódios repetidos de inflamação ou abscessos
• Saída de secreção purulenta ou sanguinolenta próxima ao ânus
• Dor ou desconforto local, especialmente ao sentar ou evacuar
• Presença de nódulo ou orifício na pele perianal
• Episódios repetidos de inflamação ou abscessos
• Complicação de abscesso anal
• Doenças inflamatórias intestinais (como doença de Crohn)
• Infecções locais persistentes
• Traumas ou cirurgias prévias na região anal
O tratamento da fístula perianal é essencialmente cirúrgico, mas atualmente existem técnicas minimamente invasivas que permitem resultados eficazes com menor risco de complicações principalmente no que tange à preservação da musculatura esfincteriana, responsável pela continência fecal.
1. Fistulotomia
o Técnica tradicional, indicada para fístulas simples.
o Consiste em abrir o trajeto da fístula para permitir cicatrização completa.
2. Seton (fio de drenagem)
o Colocação de um fio especial dentro da fístula para manter drenagem e reduzir risco de infecção.
o Pode ser usado como tratamento temporário ou definitivo em casos complexos.
o São as cirurgias ditas em 2 tempos.
o Vantagens: preservação da continência anal e recuperação mais rápida.
3. Laser e técnicas endoscópicas (VAAFT | FISTULOSCÓPIO FLEXÍVEL 360º)
o Uso de vídeo-endoscopia para mapear com precisão os trajetos, e entregar energia a laser sob visão direta, o que aumenta muito a segurança do procedimento principalmente no que tange à preservação esfincteriana.
Benefícios: minimamente invasivo, seguro, maior eficácia, menor dor pós-operatória e retorno precoce às atividades.
Se você apresenta saída de secreção próxima ao ânus, dor recorrente ou histórico de abscesso anal, é fundamental buscar avaliação de um coloproctologista experiente.